JAAFAR JACKSON - One Shots. - Sob Minhas Ordens, II. - Wattpad
JAAFAR JACKSON - One Shots.
de jamwithmj
JAAFAR JACKSON - One Shots.
Índice
- Sob Proteção.
- Sob Proteção, II.
- Apenas Um Acordo.
- Apenas Um Acordo, II.
- Enviado Por Engano.
- Enviado Por Engano, II.
- Ensaios Proibidos.
- Ensaios Proibidos, II.
- Interesse Proibido.
- Interesse Proibido, II.
- Interesse Proibido, III.
- Depois do Fim.
- Atração Fatal.
- Sempre Foi Você.
- Eu Te Quero Só Pra Mim.
- Sempre Foi Você, II.
- Eu Te Quero Só Pra Mim, II.
- Eu Te Quero Só Pra Mim, III.
- Sob Minhas Ordens.
- Sob Minhas Ordens, II.
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JAAFAR JACKSON - One Shots.
𑣲⋆ Uma coletânea de imagines com Jaafar Jackson, com histórias intensas e cheias de emoção. +18 - @jamwithmj, 2026.
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Depois de cruzarem uma linha sem volta, ela acreditou que finalmente tinha conquistado o homem por trás do CEO implacável. Mas uma promoção, uma rival disposta a destruir tudo e um mal-entendido perigoso podem fazer com que ela aceite a única proposta capaz de tirá-la da empresa... e da vida de Jaafar Jackson.
Dei uma olhada rápida no relógio de pulso e engoli em seco: quarenta minutos de atraso. Para qualquer funcionário normal, seria um deslize; para a assessora pessoal do CEO, cujo padrão de eficiência beirava a perfeição, era praticamente um crime.
Apertei o passo pelo corredor silencioso do vigésimo andar, tentando ignorar a leve ardência entre as minhas coxas a cada passo. Um lembrete físico e delicioso do ritmo que Jaafar havia ditado na cobertura dele até as primeiras horas da manhã. Tínhamos cruzado a linha sem volta no banheiro daquele restaurante, e as semanas que se seguiram desde então haviam sido uma tempestade contínua de possessividade, promessas e um prazer tão intenso que me fazia esquecer completamente das horas.
Respirei fundo, ajeitei a gola da minha camisa de seda para garantir que o tecido cobrisse perfeitamente qualquer marca na minha pele e fui até a copa para preparar o café de Jaafar. Enquanto a máquina de café expresso começava a funcionar com um ruído suave, observei o líquido escuro cair na caneca. O aroma forte inundou o ambiente, ajudando a dissipar um pouco da névoa de sono que ainda pairava na minha mente.
Apoiei-me de leve na bancada de mármore e fechei os olhos por um segundo. A cada movimento, meu corpo protestava com aquela dorzinha incômoda e deliciosa, trazendo de volta flashes da noite passada: o peso do corpo de Jaafar sobre o meu, as mãos dele marcando meus quadris enquanto me possuía com uma urgência que parecia nunca se desgastar, e o som da voz dele, rouca, exigindo que eu dissesse que era dele antes de me deixar dormir.
Aquilo já durava semanas. Semanas em que eu vivia uma vida dupla exaustiva e excitante: a assessora impecável de dia, e a submissa devota de noite.
Segurei a caneca com firmeza, respirei fundo para focar a minha mente no modo puramente profissional e caminhei em direção à sala de Jaafar.
Bati duas vezes antes de entrar. Jaafar estava de pé, de costas para mim, olhando a vista panorâmica da cidade através do imenso painel de vidro. O paletó cinza-escuro estava impecável, desenhando a silhueta imponente que, apenas algumas horas atrás, eu estava arranhando desesperadamente sob os lençóis de sua cama.
— Está atrasada — ele disse, sem sequer se virar. A voz dele ecoou pela sala, fria, cortante e desprovida de qualquer um dos sussurros roucos que tinham dominado os meus sentidos durante a madrugada.
Jaafar virou-se lentamente, com as mãos guardadas nos bolsos da calça de alfaiataria. Seus olhos escuros e afiados varreram meu corpo de cima a baixo, detendo-se por um segundo na gola da minha camisa de seda, como se estivesse verificando se eu tinha escondido bem a sua assinatura na minha pele.
Ele deu alguns passos lentos na minha direção e parou a centímetros de mim, diminuindo a distância até que eu pudesse sentir o calor do seu corpo.
— O que acontece na minha cobertura fica na minha cobertura — ele sussurrou e pegou a caneca das minhas mãos, roçando deliberadamente na minha pele antes de ele dar um gole no café. — Mas se o seu desempenho na cama está prejudicando o seu trabalho, talvez eu precise pegar mais leve com você hoje à noite. O que acha?
Ergui uma sobrancelha, cruzando os braços e sustentando o olhar.
— Pegar leve? O senhor? — soltei um riso soprado, dando de ombros com uma audácia que só o início de dia nos permitia. — Não acho que esteja no seu vocabulário, Sr. Jackson. Além disso, eu aguento o ritmo. Quem parece cansado hoje é o senhor.
A provocação fez o canto de sua boca se curvar em um sorriso genuinamente arrogante e divertido. Ele deu mais um passo, forçando-me a encostar de leve na borda da mesa dele, encurralando-me com os braços apoiados no vidro.
— Cansado? — ele repetiu, enquanto descia os olhos para os meus lábios. — Quer testar isso agora mesmo?
Jaafar se inclinou um pouco mais e, no milésimo de segundo antes de seus lábios tocarem os meus, apoiei as duas mãos contra o peito dele, sentindo o tecido firme do paletó e o batimento compassado do seu coração. Empurrei-o de leve, embora a minha própria força de vontade estivesse vacilando.
— Nem pensar, Sr. Jackson — sussurrei, desviando o rosto e apontando com os olhos para a entrada. — Estamos na empresa. E, caso o senhor tenha esquecido, a porta do seu escritório é de vidro.
Jaafar soltou um suspiro frustrado, mas o sorriso de canto permaneceu em seus lábios. Ele olhou de soslaio para o vidro antes de voltar a focar em mim, descendo os dedos rapidamente até a minha cintura, dando um aperto firme por cima da saia antes de me soltar completamente.
— Você adora estragar a minha diversão — ele murmurou, dando um passo para trás com uma relutância puramente fingida e ajeitando o paletó com aquela elegância irritante. — Mas vou deixar passar... por enquanto.
Eu soltei uma risada baixa, ajeitando a minha saia.
— Considere isso um teste para o seu autocontrole, Sr. Jackson. Além disso, o seu café está esfriando e nós temos uma reunião importante daqui uma hora.
— Uma hora é tempo suficiente para eu demitir você por insubordinação — ele rebateu, embora o brilho divertido em seus olhos o traísse completamente enquanto ele dava a volta na mesa para se sentar em sua imponente cadeira de couro.
— Ah, mas o senhor não faria isso — provoquei, caminhando em direção à porta com um sorriso vitorioso. — Quem mais organizaria a sua agenda com tanta perfeição ou faria um café tão bom? Sem contar que o setor administrativo entraria em colapso sem mim.
Jaafar soltou uma risada anasalada, balançando a cabeça em uma falsa negação.
— Você se acha insubstituível, não é?
Histórias para pegar e não largar. Descubra agora.